Período chuvoso: moradores de Vespasiano, na Grande BH, sofrem com alagamentos constantes

Os alagamentos em Vespasiano atingem moradores e comerciantes da Rua das Acácias sempre que chove. A situação foi relatada em reportagem publicada em 22 de outubro de 2026.

Segundo moradores, o problema se agravou há dois anos, após o início de uma obra em um terreno antes abandonado. Eles afirmam que a rua começou a ceder.

Na Rua das Acácias, em Vespasiano, na Grande BH, o proprietário do lote construiu um muro para conter o deslizamento. Ele atribui à prefeitura a responsabilidade pela situação.

alagamentos em Vespasiano

Em março, a Justiça determinou que a prefeitura apresentasse um plano de contenção e drenagem. Até a publicação da reportagem, a administração municipal não havia se pronunciado.

Alagamentos frequentes e agravamento na Rua das Acácias

Um morador descreveu a condição da via com a frase: “A rua está começando a cair”. O relato foi feito sobre a Rua das Acácias, onde os alagamentos são associados pelos moradores aos períodos de chuva.



Segundo os moradores, a piora ocorreu após o início da obra no terreno que estava abandonado. Eles situam o começo desse agravamento há dois anos, período que relacionam à intervenção no lote.

Os alagamentos recorrentes também atingem comerciantes da Rua das Acácias, além dos moradores. A reportagem relata que o problema volta a ocorrer quando chove, sem apontar um episódio isolado como causa da situação.

Muro no terreno, ordem judicial e posicionamento da prefeitura

Para tentar evitar o deslizamento, o proprietário do lote construiu um muro de 12 metros. Ele afirma que a responsabilidade pelo problema é da prefeitura.

De acordo com o proprietário, foram retirados mais de 300 caminhões de terra para estabilizar o solo. A quantidade foi informada por ele ao explicar as medidas adotadas no terreno.

A decisão judicial de março determinou que a prefeitura apresentasse um plano de contenção e drenagem, sob risco de multa de R$ 2 mil por dia. Até a publicação da reportagem, a administração municipal não havia se pronunciado sobre o caso.



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